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Quem sou eu

- Rosilene
- Sou uma humilde serva de Deus que gosta muito do ministério infantil, casada, três filhos que são bênçãos de Deus na minha vida. Sou formada em Filosofia, Pós Graduada em Supervisão e Gestão Escolar, sou professora da rede Publica e leciono com crianças e adolescentes. Amo o que faço, meu labor em favor das crianças é constante, pois sei que há um tesouro eterno sendo preparado. Em todos os momentos da minha vida seja qual for à atividade busco a aprovação de Deus, nunca me afasto dos meus sonhos, porque se eles se forem, continuarei vivendo, mas não existindo, amo contribuir para o crescimento do ministério.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
(desconhecido)
A noite estava chegando. O dia fora mais exaustivo que os demais. Depois de um dia inteiro sob o sol escaldante ao cair da noite um vento gelado começava a soprar, o pastor ajeitou sua túnica para proteger-se do frio que chegava com a noite. Um pouco mais e estaria ele descansando do trabalho árduo daquele dia. Parecia-lhe que aquele dia fora o mais cansativo desde que tomou para si a tarefa de pastorear. Mas agora faltava pouco. Uma a uma, lentamente as ovelhas adentravam no aprisco para repousarem. Ele permanecia junto a porta, contando o rebanho a medida que passavam por ele. Uma, duas três...
Há tempos que ele não tinha de enfrentar um lobo. Talvez por isto ter acontecido hoje, é que tenha tornado o dia tão árduo. Enquanto guiava seu rebanho até um regato de águas cristalinas, pacientemente através de uma estreita passagem na montanha, cuidando para que nenhuma deslizasse para o precipício, um lobo voraz espreitava por entre as rochas. O Pastor ia adiante das ovelhas que seguiam em fila indiana por ser estreito o caminho, o lobo então fez sua presa. Escolheu uma ovelha frágil e atacou. O rebanho ao ouvir o grito assustado da ovelha, entra em pânico. O pastor precisou ser rápido, pois se não o fosse, aquelas que o lobo não mataria com seus dentes, morreriam na queda dos desfiladeiro. Tomou pois, seu cajado, e com coragem avançou para o lobo, deu -lhe fortes golpes, mas isto não foi suficiente para espanta-lo. Furioso o lobo abandona sua vítima, e se lança sobre o pastor e o derruba tentando-lhe atingir o pescoço com suas mandíbulas afiadas. Nesta posição o cajado lhe era inútil, com uma mãos o Pastor segurava firmemente no pescoço do lobo impedindo assim que este alcance seu pescoço dando o golpe fatal, com a outra mão procurava desesperado algo para golpear o lobo. Encontrou por fim uma pedra suficientemente grande, e acertou em cheio na cabeça do lobo, que caiu morto ao seu lado. As ovelhas assistiram a tudo paralisadas de medo acuadas contra a parede dos desfiladeiro balindo sem cessar. O Pastor e a ovelha estão sangrando, mas estão vivos.
A chegada ao regato foi um alívio tanto para ovelhas como para o pastor. Depois de saciarem a sede as ovelhas precisavam de descanso. Então o Pastor as conduziu até um campo verdejante, entre as montanhas, onde a relva que serviria de saboroso pasto para as ovelhas era agitada pela brisa das montanhas. Mas o perigo não havia cessado. O Pastor bate vigorosamente seu cajado por entre o pasto para afugentar serpentes venenosas. Só então quando o terreno está livre de perigos é que ele permite que s ovelhas pastem e descansem. Cansado e ferido ainda não se preocupou consigo, primeiro buscou as ovelha que o lobo feriu e passou curativo em seus ferimentos. e a consolou em seus braços.
Oitenta e um, oitenta e dois, oitenta e três... A brisa se torna em vento, anunciando que próxima está uma tempestade. um dia duro, difícil de ser esquecido, mas chegando ao fim. Cansado, faminto e ferido, o Pastor aguarda ansioso a entrada da última ovelha, pois almeja nesta hora o repouso mais do que o ouro.
Noventa e sete, noventa e oito, noventa e nove. Esta faltando uma ovelha. Isso não, hoje não. A tempestade chega. Forte e implacável. Noventa e nove ovelhas estão abrigadas e aquecidas. Mas falta uma! O pastor cansado ferido e faminto sabe que lá fora em algum lugar do caminho no meio da tempestade, está uma ovelha perdida e assustada, que se não for buscada, não encontrará o caminho do aprisco jamais, e logo será atacada pelos lobos. O pastor cansado ferido e faminto tem noventa e noves ovelhas seguras, e uma apenas uma perdida, talvez uma ovelha teimosa, desobediente de suas ordens, perdida no meio da tempestade. O que fazer? O que você faria? Enfrentar todo o caminho novamente, na escuridão, em meio a tremenda tempestade, ele quase sem forças, por causa de uma única ovelha? Como explicar o amor?
O Pastor tranca o rebanho no aprisco. Toma seu cajado e uma lamparina, protege-se como pode da fúria da tormenta, e sai a procura da ovelha extraviada. Com que dificuldade percorre o caminho, e com que ansiedade de encontrar sua ovelha, que agora é para ele a mais importante de todas. Vai chamado por ela na esperança que ouça sua voz, teme que os lobos a tenham encontrado primeiro. Corre, fere os pés nas pedras. As forças estão se esgotando, chega a um lugar sombrio. Um lugar deserto íngreme, rodeado de montanhas escapardas, que mesmo durante o dia mantém o vale sombrio, um lugar chamado por todos os pastores de ovelhas como O VALE DA SOMBRA DA MORTE., um lugar de terror e morte, covil de lobos vorazes. As sombras terrivelmente negras quase engolem a luz de sua lamparina, o uivo dos lobos penetra em sua alma. Sente-se enfraquecido mas sente também que não pode abandonar sua ovelha num lugar tão cruel. Chama por ela. Finalmente ela ouve sua voz. E bale em desespero. Durante o dia distraiu-se ela com as coisas ao seu redor, foi ficando para trás do rebanho, deixou de escutar a voz do Pastor, desviou-se do caminho e se perdeu. Buscou encontrar o rebanho novamente mas não conseguiu. Perdida chegou até ali. O Pastor encontra sua ovelha, uma jovem ovelha, caída num despenhadeiro, enroscada num arbusto espinhoso que lhe feria as carnes, o pastor precisa ser cuidadoso, pois se não o for, tanto ele quanto a ela, podem vir rolar despenhadeiro abaixo direto para a morte. Agarra-se no que pode e com o corpo todo esticado alcança sua ovelha com o seu cajado e a traz para junto de si.
Coloca-a sobre os ombros e pôe-se ao caminho do aprisco. A alegria de ter reencontrado sua ovelha perdida é tanta que já nem sente que está ainda mais cansado ferido e faminto.
Chega finalmente em casa e cheio de alegria por ter encontrado sua ovelha outrora perdida reúne todos amigos e vizinhos e faz uma grande festa para comemorar a volta daquela que para ele agora é a mais preciosa das ovelhas, mais preciosa que sua prórpria vida!
O pastor de ovelhas oriental é conhecido por seu dedicação ao rebanho. O que mais impresssiona é o fato dele conhecer cada uma de suas ovelhas individualmente.. Nos tempos bíblicos o pastor recolhia as ovelhas ao aprisco e dormia junto a porta para evitar que uma de suas ovelhas pudessem fugir, ou impedir a entrada do lobo. Enfrentado o calor do dia e a geada da noite, defendendo com risco da própria vida suas ovelhinhas de ferozes animais.Tendo de atravessar estreitas passagens nas montanhas conduzindo o rebanho com muito cuidado por estes caminhos perigosos a fim de procurar incessantemente pasto verdejante para alimenta-las e águas cristalinas para saciar-lhes a sede. Ungindo com óleo as feridas das mordidas do lobo, socorrendo aqui e ali suas ovelhas cansadas e carregando no colo aquela que não consegue acompanhar o passo das demais. Todo esse envolvimento criava um grande apego entre o rebanho e o pastor, ao ponto das ovelhas reconhecerem a sua voz, e não se deixar guiar por nenhum outro.
Foi Pensando nisso que Jesus disse: [B]"Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Jô 10:11"
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Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. João 10:11





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