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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

HISTÓRIA COM MORAL

História
(Extraído da internet)

Recurso Visual
: Uma corda grossa com um cadeado na ponta.
Quando Paulinho estava crescendo, costumava visitar a fazenda de seu avô. Por algum tempo, o avô manteve um enorme touro em sua fazenda. É claro que você sabe que o touro é o macho da vaca. Ele tinha quase o tamanho de um búfalo, com grandes chifres e um temperamento terrível. Os touros são grandes, mas não são muito espertos. O cachorro e o gato atendem quando você os chama pelo nome, o touro não.
Aquele touro da fazenda do avô do Paulinho gostava de escapar para visitar as vacas da fazenda vizinha. Ele era tão forte que facilmente arrebentava a cerca do pasto e fugia sempre que desejava. O avô estava cansado de ir atrás do seu touro fugitivo. Parecia que toda vez que ele o deixava livre para pastar, esse velho e grande animal fugia para visitar a outra fazenda. Ele nunca aprendeu a ficar em casa. Assim, o vovô o conservava a maior parte do tempo preso em um curral próximo ao celeiro, que deram o nome de “cercado do touro”.
Devido ao seu mau temperamento, o touro era imprevisível e perigoso. Quando Paulinho ia visitar o avô, o menino sempre tomava cuidado para ver se o touro estava solto ou não. Se estivesse pastando, Paulinho não se aproximava.
No entanto, o avô de Paulinho não tinha medo do touro. Embora fosse um homem de média estatura, conduzia o enorme touro sem nenhum problema. Como? Era muito simples: Como o nariz do touro é muito sensível, o vovô colocava um grande anel de metal entre as suas narinas. Você pode imaginar como doía se alguém puxasse esse anel? E era exatamente isso o que o vovô fazia. Ele prendia uma corda no anel e o puxava, quando queria que o animal o seguisse.
Conduzir o touro pelo nariz era fácil. O touro se feria quando não fazia o que o vovô queria que fizesse. É claro, então, que se ele obe¬decesse, não iria se machucar. Como era interessante e ao mesmo tempo espantoso ver o vovô conduzindo esse animal muito maior do que ele e que pesava talvez até dez vezes mais que o vovô! Um animal desses chega a pesar como um carro pequeno! E o touro sempre seguia obediente, enquanto o vovô o segurava pela corda.
Quando penso no boi com a corda amarrada no anel em suas nari¬nas, lembro-me do que nos acontece quando pecamos. Se mentimos, roubamos ou cometemos outros pecados, Satanás coloca o anel do pecado em nosso nariz e nos leva aonde quer. Ele nos torna escravos. Mas a Bíblia diz que Jesus nos ama e veio para nos libertar dos nossos pecados (Apoc. 1:5). Veio para tirar o anel e a corda de nosso nariz.
Quando confiamos em Jesus plenamente, procuramos segui-Lo porque queremos e porque escolhemos segui-Lo e não porque somos obrigados a fazê-lo.

sábado, 26 de dezembro de 2009

A HISTÓRIA DOS COMEÇOS


(Figuras da REVISTA BEM - TE - VI)






segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A BONECA QUE CRESCEU


HISTÓRIA - A boneca que cresceu






FIGURA 1

Faltava apenas uma semana para o aniversário dos gêmeos, Paulo e Paula. Os dois esperavam ansiosos para que tal dia chegasse.Enquanto os pequenos se alegravam com a aproximação do grande dia,a mamãe deles se preocupava com os presentes que lhes havia de dar.Tudo parecia difícil,pois o casal era pobre e morava numa pequena fazenda.Dona Ana, no entanto sabia que para as crianças um aniversário sem presentes não seria bom










FIGURA 2

Uma noite, após terem os gêmeos se recolhido para dormir, o casal conversou sobre o assunto, ficando resolvido que cada um se responsabilizaria por um presente.O pai faria o de Paulo, e a mãe o de Paula.


No dia seguinte, Dona Ana deu os primeiros passos para a confecção de seu presente. Tomou um saco de farinha de trigo bem branquinho, e com uma tesoura foi recortando o pano, até que apareceram os braços as pernas, a cabeça e o tronco.Deu um suspiro de alívio, quando viu que ali estava alguma coisa muito parecida com uma boneca. Tomou uma agulha e começou o trabalho de unir a frente ás costas. Logo que terminou, verificou que aquilo, para ser uma boneca de verdade, precisava ser cheio de alguma coisa.Nada havia na casa para isto e, por mais que procurasse, não conseguiu achar nada que servisse. Finalmente, teve uma idéia. Tomando nas mãos a casca da boneca, dirigiu-se para o celeiro, onde havia sacas de arroz ainda em casca.E começou a enchê-la, e logo a boneca foi tomando sua verdadeira forma.


Voltando para casa, aproveitou retalhos do vestido de Paula, e em pouco tempo a boneca estava com um maravilhoso vestido, combinando, também, com seu chapeuzinho.Fez os olhos, o nariz, a boca e, para o cabelo usou os fios de cabelo da cauda do cavalo. Os sapatos foram feitos de um pedaço de couro tirado de uma carteira velha.



FIGURA 3

O sr. José também se apressou na confecção do presente de Paulo. Ele tirou cipós duma árvore, e fez arco e flecha para o tiro ao alvo. Quantos gritos de alegria se ouviu na manhã seguinte, quando as crianças receberam os presentes; Paulo correu para fora e lá começou a brincar.









FIGURA 4

Paula, por sua vez , achava que não tinha outra boneca mais bonita do que a sua.Pensou imediatamente em lhe dar o nome de Rosaly.Na hora das refeições Rosaly sentava-se á mesa com Paula e tinha que provar de todos os pratos.Após a refeição iam deitar-se juntinhas.Paula queria levá-la, também para a escola, porém sua mãe não consentia.Paula tinha que se separar de Rosaly, deixando-a sentada na melhor cadeira até que voltasse da escola.Algumas semanas depois do aniversário, Paulo e Paula estavam ajudando os pais no plantio de feijão, quando começaram a brincar de correr um atrás do outro.Paulo sem querer, derrubou a lata de feijão, e quando o pai voltou para tirar mais feijão da lata, achou-a virada no chão e o feijão todo espalhado.





FIGURA 5

-Foi você quem espalhou o feijão, Paulo? Perguntou o pai.
- Oh, não papai. Acho que foi o Rex respondeu Paulo, culpando seu cachorro.
- Paulo, você sabe muito bem quem derrubou a lata de feijão quando corria atrás de mim Paula logo falou.

- Sendo assim, filho, disse o pai com severidade, você deve voltar para casa e ficar lá até depois da ceia. Não está envergonhado, Paulo, de mentir assim?
Em lugar de sentir vergonha pelo seu pecado, Paulo se zangou com Paula e resolveu vingar-se dela.

- Ela vai se arrepender _ disse o baixinho.
Logo que chegou em casa a procurar um meio de praticar sua vingança. Não foi preciso procurar muito, pois, imediatamente encontrou a oportunidade desejada. Ali sobre a cadeira estava Rosaly, a queridinha de Paula.

- Ah! Não poderia encontrar coisa melhor´para.Paula vai aprender a não falar mal de mim.


FIGURA 6

Apanhou a boneca pelos cabelos e correu para trás do celeiro.

Pensou: Agora aqui ninguém poderá me ver!

Mas, Paulo se esqueceu de Alguém que sempre nos vê, não é crianças? Com muita pressa fez um buraco e, enterrando a boneca, pisou com força sobre a terra fofa.

Podemos imaginar como Paula sentia falta da querida boneca.Procurou o dia todo e perguntou muitas vezes a Paulo se ele não sabia onde ela estava.Finalmente papai falou severamente ao seu filho: - Paulinho, você deve ter escondido a boneca. Dê-lha imediatamente.

Paulo fingia inocência. - Papai, não tenho a menor idéia do que aconteceu com ela. E fez de conta que ajudava a pobre Paula a procurar a boneca.

Assim os dias iam se passando. Paulo se sentia bem satisfeito até um domingo na igreja quando parecia que o pastor pregava só para ele. O texto era Números 32:33 _ " sabei que o vosso pecado vos há de achar." Paulo não se sentiu bem, mas procurava acalmar a sua consciência.

- Ninguém há de descobrir Rosaly.Disse consigo mesmo.Enganei a todos, saindo com eles para procurar a boneca. Além disso, já se passaram duas semanas e todos se esqueceram do fato.

Mas naquele mesmo dia, logo depois do almoço, um vizinho veio passar umas horas em casa do casal, e perguntou ao Sr. José:

- O que o senhor plantou atrás co celeiro.
- Não plantei nada atrás do celeiro, respondeu o Sr. José. Só há mato ali.
- Não?! insistiu o amigo. - Mas há ali alguma coisa nascendo, e o formato dela é interessante.

- Vamos ver o que é- disseram todos. A família saiu com o visitante para ver a novidade. Paulo seguiu também.
- Oh! o que pode ser isto? Disse alguém, com admiração.
- Paulo não podendo conter-se na sua grande admiração, gritou:

- A boneca cresceu! A boneca cresceu! E continuou:
- O pastor tinha razão: SABEI QUE O VOSSO PECADO VOS HÁ DE ACHAR.
Na verdade Rosaly cresceu.



FIGURA 7

Lá estavam os braços e pernas, todo o corpo em broto verde.Paulo não podia pensar que o enchimento da boneca era de arroz com casca.A chuva e o sol fizeram com que o arroz germinasse, crescesse e descobrisse o pecado de Paulo.

Meninos e meninas, vocês acham que é só o pecado de Paulo que Deus vai descobrir?








FIGURA 8

Não, de fato Ele conhece os pecados de todos. Um dia, mais cedo ou mais tarde, todo pecado que você faz, tem de ser castigado por Deus, porque Ele odeia o pecado. Será que Ele ouviu as mentiras que você falou? Viu quando você brigou e falou nomes feios? Notou quando desobedeceu a mamãe ou ao papai ? deus sabe tudo crianças! E Ele diz que todos são pecadores. Por sermos pecadores , não podemos entrar no céu quando morrermos.Mas Deus nos ama tanto que mandou Seu Filho a este mundo para nos salvar do pecado. Cristo, que nunca pecou, tomou o castigo de nossos pecados. Ele sofreu em nosso lugar quando morreu na cruz.

Crianças, vocês não se sentem tristes por causa de seus pecados? Jesus quer perdoar o seu pecado e limpar o seu coração. Diz em 1 João 1:7 - ! O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado." e em 1 João 1: 9 " Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." Quem quer agora confessar a Deus que é pecador e aceitar a salvação que Ele oferece em Cristo? Assim fazendo, você se torna filho de Deus.Vamos pedir também que Deus nos ajude, como filhos dEle, a vivermos vidas agradáveis a Ele. FIM.



A MESMA HISTÓRIA, MAS DIFERENTE

FIGURA 1

Faltava apenas uma semana para o aniversário dos gêmeos, Paulo e Paula. Os dois esperavam ansiosos para que tal dia chegasse.Enquanto os pequenos se alegravam com a aproximação do grande dia,a mamãe deles se preocupava com os presentes que lhes havia de dar.Tudo parecia difícil,pois o casal era pobre e morava numa pequena fazenda.Dona Ana, no entanto sabia que para as crianças um aniversário sem presentes não seria bom

FIGURA 2

Uma noite, após terem os gêmeos se recolhido para dormir, o casal conversou sobre o assunto, ficando resolvido que cada um se responsabilizaria por um presente.O pai faria o de Paulo, e a mãe o de Paula.

No dia seguinte, Dona Ana deu os primeiros passos para a confecção de seu presente. Tomou um saco de farinha de trigo bem branquinho, e com uma tesoura foi recortando o pano, até que apareceram os braços as pernas, a cabeça e o tronco.Deu um suspiro de alívio, quando viu que ali estava alguma coisa muito parecida com uma boneca. Tomou uma agulha e começou o trabalho de unir a frente ás costas. Logo que terminou, verificou que aquilo, para ser uma boneca de verdade, precisava ser cheio de alguma coisa.Nada havia na casa para isto e, por mais que procurasse, não conseguiu achar nada que servisse. Finalmente, teve uma idéia. Tomando nas mãos a casca da boneca, dirigiu-se para o celeiro, onde havia sacas de arroz ainda em casca.E começou a enchê-la, e logo a boneca foi tomando sua verdadeira forma.

Voltando para casa, aproveitou retalhos do vestido de Paula, e em pouco tempo a boneca estava com um maravilhoso vestido, combinando, também, com seu chapeuzinho.Fez os olhos, o nariz, a boca e, para o cabelo usou os fios de cabelo da cauda do cavalo. Os sapatos foram feitos de um pedaço de couro tirado de uma carteira velha.


FIGURA 3

O sr. José também se apressou na confecção do presente de Paulo. Ele tirou cipós duma árvore, e fez arco e flecha para o tiro ao alvo. Quantos gritos de alegria se ouviu na manhã seguinte, quando as crianças receberam os presentes; Paulo correu para fora e lá começou a brincar.


FIGURA 4

Paula, por sua vez , achava que não tinha outra boneca mais bonita do que a sua.Pensou imediatamente em lhe dar o nome de Rosaly.Na hora das refeições Rosaly sentava-se á mesa com Paula e tinha que provar de todos os pratos.Após a refeição iam deitar-se juntinhas.Paula queria levá-la, também para a escola, porém sua mãe não consentia.Paula tinha que se separar de Rosaly, deixando-a sentada na melhor cadeira até que voltasse da escola.Algumas semanas depois do aniversário, Paulo e Paula estavam ajudando os pais no plantio de feijão, quando começaram a brincar de correr um atrás do outro.Paulo sem querer, derrubou a lata de feijão, e quando o pai voltou para tirar mais feijão da lata, achou-a virada no chão e o feijão todo espalhado.


FIGURA 5

-Foi você quem espalhou o feijão, Paulo? Perguntou o pai.
- Oh, não papai. Acho que foi o Rex respondeu Paulo, culpando seu cachorro.
- Paulo, você sabe muito bem quem derrubou a lata de feijão quando corria atrás de mim Paula logo falou.

- Sendo assim, filho, disse o pai com severidade, você deve voltar para casa e ficar lá até depois da ceia. Não está envergonhado, Paulo, de mentir assim?
Em lugar de sentir vergonha pelo seu pecado, Paulo se zangou com Paula e resolveu vingar-se dela.

- Ela vai se arrepender _ disse o baixinho.
Logo que chegou em casa a procurar um meio de praticar sua vingança. Não foi preciso procurar muito, pois, imediatamente encontrou a oportunidade desejada. Ali sobre a cadeira estava Rosaly, a queridinha de Paula.

- Ah! Não poderia encontrar coisa melhor´para.Paula vai aprender a não falar mal de mim.


FIGURA 6

Apanhou a boneca pelos cabelos e correu para trás do celeiro.

Pensou: Agora aqui ninguém poderá me ver!

Mas, Paulo se esqueceu de Alguém que sempre nos vê, não é crianças? Com muita pressa fez um buraco e, enterrando a boneca, pisou com força sobre a terra fofa.

Podemos imaginar como Paula sentia falta da querida boneca.Procurou o dia todo e perguntou muitas vezes a Paulo se ele não sabia onde ela estava.Finalmente papai falou severamente ao seu filho: - Paulinho, você deve ter escondido a boneca. Dê-lha imediatamente.

Paulo fingia inocência. - Papai, não tenho a menor idéia do que aconteceu com ela. E fez de conta que ajudava a pobre Paula a procurar a boneca.

Assim os dias iam se passando. Paulo se sentia bem satisfeito até um domingo na igreja quando parecia que o pastor pregava só para ele. O texto era Números 32:33 _ " sabei que o vosso pecado vos há de achar." Paulo não se sentiu bem, mas procurava acalmar a sua consciência.

- Ninguém há de descobrir Rosaly.Disse consigo mesmo.Enganei a todos, saindo com eles para procurar a boneca

segunda-feira, 15 de junho de 2009

HISTÓRIA MISSIONÁRIA - O Sorvete Missionário


HISTÓRIA MISSIONÁRIA - O SORVETE MISSIONÁRIO


Tudo aconteceu de um momento para outro.


Áurea, uma menina de cabelos ruivos e nariz cheio de sardas, assistia em companhia de seus coleguinhas, a projeção de slides coloridas na casa de Dona Helena.
A Sala estava meio escura, e os slides eram projetados numa tela grande, enquanto a missionária ia explicando o que significa de cada um deles.
As crianças viram os africanos, bem como, os macacos, elefantes, uma aldeia de casas feitas de palha.


Um dos slides mostrava cena onde se podiam ver os africanos adorando demônios. Viram também crianças correndo com medo dos estrangeiros, escondendo-se dos missionários que queriam falar-lhes do Senhor Jesus.


Á medida que os slides iam passando, Aurinha ia se sentindo que algo nela também ia se transformando. Não era a sua aparência, disso ela tinha certeza, a transformação era bem dentro, no seu coração.


Áurea inquietou-se. Alguém teria chamado o seu nome? Olhou em volta, mas todos continuavam com os rostos voltados para a tela. A voz vinha de dentro do seu coração! Mas mesmo assim, era real.
- Áurea, você me pertence! Eu te escolhi para ser minha mensageira, para contar aos outros como poderão ir para o Céu.


Áurea sentiu seu coração batendo apressado. Daí em diante, ela quase não ouviu mais a mensagem missionária.
Após ter cantado o corinho de despedida, saiu correndo em companhia das outras crianças.


De volta para a casa, Áurea percebeu que alguém caminhava a sua frente. Podia notar muito bem as sandálias arrebentadas que faziam "pift, poft, pift, poft" na calçada.
Via também grandes buracos nas meias. A saia era roxa e estava suja a blusa vermelha desbotada.
Áurea sabia que a menina que seguia á sua frente era Lídia; mas nem ligou para o fato. Ela se sentia emocionada, feliz demais.




- Alô Aurinha!
O coração de Áurea pulou de alegria. Ela conheceu a voz de Jaime.
- Sabe, Jaime! - Exclamou Áurea - Vou ser missionária.
- É? - Jaime continuou andando, com as mãos no bolso.
- Você não acha isso uma coisa maravilhosa? - Perguntou Áurea, desapontada.
- É... Está bom!
Áurea parou, olhando o amiguinho.
- Você não parece muito entusiasmado.
- Bem - Ele resmungou.
- Quando você vai começar?


Por acaso, ou não, Jaime virou na direção à Avenida Boa Vista, onde Lídia caminhava agora, sozinha, como sempre. Áurea ergueu a cabeça de maneira altiva. Ela não gostava de Lídia, que geralmente trajava-se de roupas velhas e quase sempre estava com o pescoço sujo. Seu cabelo era mal cortado e parecia pegajoso, melado. Ninguém em toda a escola queria fazer amizade com ela.
- Jesus deve amar Lídia também, você não acha? - Observou Jaime.


Depois do jantar, naquela mesma noite, Aurinha não conseguia fazer seus deveres escolares. Ficou pensando nos últimos acontecimentos. Era verdade que Deus a havia chamado para ser sua mensageira, e esta lhe fora bem clara.
- SERÁ QUE DEUS ESTA QUERENDO QUE EU COMECE COM LÍDIA?
Áurea jogou seus livros para o lado.


Puxou da gaveta um cofre onde guardava o seu dinheirinho e começou a tirar algumas moedas.
- Para doces? - Mamãe perguntou.
- Sorvete Missionário!
Levando o dinheirinho, Áurea se dirigiu à casa de lídia, que ficava, em uma rua pobre, a casa estava quase desmontando.
Lídia mesma quem atendeu a porta.
- O que você quer? - Áurea ficou meio sem jeito.
- Vim... Isto é... Você quer passear comigo? - Gaguejou ela, querendo ser sua amiga.
- Tenho dinheiro para comprar sorvetes.
As palavras saiam com dificuldades. Estendeu a mão, úmida pelo nervosismo, mostrando o dinheiro.
Lídia fez um ar de indiferença, mas acompanhou Áurea até a sorveteria.
O vendedor era um Italiano sorridente que, ao servi-las, enfiou a concha no fundo da lata de sorvete de morango.



Lídia, ao receber seu sorvete agarrou com força.
- Vamos sentar Lídia! - Sugeriu Áurea, e ambas sentaram á beira da calçada em frente a casa de Lídia.
Havia crianças brincando e gritando no meio da rua, Lídia não lhes prestava a mínima atenção.
Chupou o sorvete, mastigou toda a casquinha, lambeu os dedos e olhando para o sorvete de Áurea.
Áurea logo percebeu que Lídia desejava seu sorvete, então ela estendeu a mão oferecendo-o a Lídia. - Aceita Lídia? Eu estou satisfeita! Disse Áurea.Lídia aceitou de imediato o sorvete e num instante acabou com ele.
- Este deve ser o momento para eu começar a falar de Jesus. - Pensou Áurea.
E foi com o coração aos pulos que ela começou a contar que Deus amava a todos.
- Mentira! - Gritou Lídia.
Áurea a olhou de boca aberta.
- Pode ser que Deus ame os outros! - Disse Lídia aborrecida.
- Mas não a mim! Já sei que ninguém me ama! Disse Lídia.
- Você esta querendo me salvar, como se eu fosse uma pessoa que acredita em deuses como os africanos! Foi por isso que pagou um sorvete pra mim! Mas fique sabendo que eu não sou como os africanos!
Ainda mais furiosa, acrescentou:
- E você não precisa mais enfiar a sua cara sardenta nesta vizinhança, viu?!
- Sua cara Sardenta! Disse Lídia toda nervosa.
Áurea ficou brava ao ouvir as palavras de Lídia! Olhou bem para o rosto sujo de Lídia, sacudiu as tranças para trás, levantou e foi-se embora.
Talvez houvesse lágrimas em seus olhos, pois não podia enxergar bem o caminho e, por isso mesmo, acabou chocando-se com alguém na esquina.


Era dona Helena, a missionária.
Áurea precisava contar a alguém o que aconteceu. Seus lábios tremiam, sua voz estava meio roca. Mesmo assim, contou a Dª Helena como Deus falara ao seu coração.
Disse-lhe ainda sobre o sorvete missionário e sobre Lídia.
Dª Helena apertou a mão de Áurea enquanto caminhavam juntas pela rua.
- Certa vez, na África, disse Dª Helena, alguém pôs uma pedra suja em minha mão. Eu nunca poderia imaginar que aquilo fosse um diamante, que valia muito dinheiro. Só precisava ser limpo e polido.
- Você já imaginou que a Lídia poderia ser um diamante de Deus?
- Lídia um diamante? Áurea riu um pouco, sentiu um pouco mais consolada.
Áurea amava realmente a Jesus e ficou imaginando como seria se pudesse ganhar um "diamante" para Ele!


No dia seguinte, Áurea encontrou Lídia na escola, tão mal vestida e como sempre sozinha. Áurea sorriu ao cumprimentá-la, mas Lídia nem sequer olhou para ela. Foi nesse dia que as crianças da escola começaram a ensaiar o desfile.
Quando o sino tocou, todos saíram das suas salas de aula.
Enquanto a banda se preparava, as crianças começaram a formar fila para marchar, de duas em duas.
- O dia está ótimo para marchar! Cochichou Sarinha, que fazia par com Áurea. Inspecionando a fila, o diretor parou de repente, em frente de Lídia perguntando:
- Quem vai marchar com você Lídia?


Lídia, que estava sozinha, olhando para o chão. Suas mãos estavam tremulas e em uma rápida olhada, Áurea notou que Aninha ainda estava sem par. Era a única, além de Lídia, que ainda estava sem companhia, mas estava ali de cabeça erguida e dirigiu a Lídia, olhares de pouco caso.
- Aninha - Áurea sussurrou, fazendo também um sinal para que ela tomasse seu lugar.
Então Áurea passou adiante e pôs ao lado de Lídia. O sangue subiu ao rosto sujo de Lídia.
Áurea sorriu para ela, pegando-lhe a mão e apertando-a bem.
Já estando em casa, Áurea estava em seu quarto preparando-se para dormir. Então seu tio Eduardo a chamou e disse:
- Alguém está aí fora querendo falar com você!
Áurea desceu correndo a escada aos pulos, correu pela sala e olhou pelo vidro da janela. Não conseguia ver ninguém. Então, uma cabecinha apontou por cima do outro portão, mas logo sumiu.
Áurea saiu correndo, mas quando chegou ao portão, Lídia também já ia correndo rua acima.
- Lídia espere! - Gritou Aurinha.
Lídia parou.
Voltou devagarzinho.



Grossas lágrimas caiam pela face de Lídia.
- O que há? - Perguntou Áurea.
- Não vá embora! Disse Áurea.
Lídia agitava seus pés toda indecisa. Seus dedos retorciam-se na sua saia roxa.
- Por quê você fez aquilo? - Gaguejou Lídia.
Áurea não perguntou o que a menina queria dizer; tinha entendido muito bem e disse:
- Porque gosto de você Lídia! Lídia chutou uma pedrinha e disse:
- Você acha... Acha... Acha... Que Deus me ama de verdade?



Ali mesmo, Áurea contou o quanto DEUS a amava, como Ele deu seu Filho Jesus, para salvá-la.
Explicou como Jesus morreu na cruz do calvário em seu lugar, para tomar castigo que ela merecia, como pecadora.
Depois de explicar tudo isso, Áurea perguntou:
- Você quer abrir seu coração e convidar Jesus para entrar e ser seu Salvador?
- Sim... Foi a resposta de Lídia.
E, foi desta maneira que Áurea, com um sorvete missionário, ganhou um "diamante" para Jesus e tornou-se uma verdadeira missionária.


O que é que Deus esta desejando de você hoje?
Deus quer que você ame aos outras crianças, ricas e pobres, limpas e sujinhas. Talvez você possa oferecer um doce, um sorvete, ou mesmo aqueles sapatinhos que não lhe servem mais em seus pés. Porém, se não puder dar alguma coisa que custe dinheiro, mesmo bem pouquinho, ofereça um sorriso, dê a sua amizade.


Há muitas crianças tristes, sozinhas e necessitadas.
Tente ainda falar de Cristo para elas, pois elas também são "diamantes", jóias preciosas, por quem o Senhor Jesus morreu.
E você será, como Aurinha, um missionário (a) de verdade!


Direitos Autorais, ilustração e texto, uma publicação APEC. Edição Esgotada.
por Missionária Izabel Cristina

domingo, 31 de maio de 2009


Mariana a florzinha (Extraído da internet)

Mariana era uma flor bem pequena.
Vivia num imenso parque, rodeada de muitas coisas bonitas.
Visitantes vinham de longe para conhecer e apreciar aquele lindo lugar.
A cada manhã quando o sol surgia, e os portões do parque se abriam, Mariana banhava-se com as gotas de orvalho. Lavava seu rostinho, suas pétalas, e, colocava-se na posição mais elegante possível, esperava ansiosamente que muitas pessoas viessem admirá-la
Mas... Que tristeza! Os pés dos visitantes passavam tão perto que quase a amassavam e, sem a notarem, dirigiam-se para o lindo e grande jardim que se encontrava logo atrás dela. Ah!... Se ela pudesse estar naquele lindo jardim, no meio daquelas grandes, coloridas e orgulhosas flores...
Lá sim, ela poderia aparecer. Mas será que apareceria mesmo? Aquelas flores eram muito maiores, muito mais bonitas do que ela! Bem, ao menos se ela estivesse lá, quem sabe por um descuido, alguém a notasse. Mas, não tinha jeito! Ela estava ali, longe do jardim, e ao que parece.
NADA havia nela que chamasse a atenção das pessoas.
Numa manhã, Mariana acordou com um grande desânimo. Chegou mesmo a desejar que um daqueles homens bem pesados que visitassem o parque, a amassasse com uma grande pisada na.
Desta vez, quando as pessoas começaram a entrar pelo portão, ao invés de querer aparecer, Mariana queria se esconder. Esconder-se de todos. Ela sentia que não valia nada! Sentia-se muito feia. E via que nem merecia ser chamada de flor. Flores pra ela, eram aquelas do jardim! Aquelas sim eram admiradas por todos. Na verdade pra ela seria muito bom que nascesse muito mato ao seu redor. Assim, ela sumiria de uma vez!
Mariana estava tão presa aos seus pensamentos, que nem percebeu quando uma menininha se aproximou dela. Muitas outras pessoas atraídas pelos gritos da menina vinham também sentir o delicioso cheiro da florzinha.
Este era sem duvida o dia mais alegre na vida de Mariana. Esqueceu toda a tristeza que até a bem pouco tempo a abatia. E tudo, por causa do seu perfume, que foi percebido pela pequena visitante.
Se fosse somente a sua beleza... Oh, as flores do jardim eram muito mais bonitas do que ela! Mas o seu PERFUME superou a beleza de todas as outras!
A palavra de Deus, diz que nós, os salvos, somos o “bom perfume de Cristo”. Entenderam o que isto quer dizer?
Quer dizer que cada um de nós, em nossas palavras, em nossas atitudes e em nossas ações, temos que mostrar que o Senhor Jesus vive em nós.
Você é tão pequeno diante de um mundo tão grande, não é mesmo? Talvez seja o único ou a única pessoa crente lá na sua casa, lá na escola e,... É tão difícil! Pode pensar talvez... Quem vai dar importância às minhas palavras, ao meu testemunho?
Lembre-se de Mariana. Apesar de tão pequenina, seu perfume atraiu a menininha, depois seus pais, e depois, um grande numero de pessoas.
Então, você quer ser realmente o bom perfume de Cristo? Assim, você será um meio para que outras crianças e adultos, quem sabe, seu papai ou mamãe, se interessem em receber a Cristo. Isto será sem duvida a maior alegria que você poderá experimentar.
Mas há ainda uma coisa importante que eu devo dizer.
Você só poderá ser o bom perfume de Cristo, se já O conheceu como seu Salvador pessoal.
Você já O convidou para vir morar no seu coração? Se não o fez ainda, saiba que Deus ama muito você. Tanto que, mandou se Único Filho, o Senhor Jesus, para morrer na cruz no seu lugar por causa do seu pecado (suas mentiras, sua desobediência, sua teimosia e tantas coisas que você tem feito de errado).
Ele derramou o Seu sangue e morreu por você naquela cruz. Mas depois de três dias ressuscitou e agora está no céu novamente preparando um lindo lugar para todos O receberem como seu Salvador.
Você quer fazer isto hoje mesmo? Se quiser, no fim da nossa aula, quando todos se retirarem, permaneça na classe alguns instantes ainda para que possamos orar juntos.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Historinhas Criativas


A ovelha perdida



Desenvolvimento= Depois que você contar a historinha que pode ser dramatizado como peça teatral ou com fantoches use sua criatividade.

Distribua para as crianças pintar a máscara de uma ovelhinha que elas deverão usar .

Dependendo do seu tempo entregue as crianças massinha de modelar elas deverão fazer o pastor;

as ovelhas,além da pintura que você irá propor;

se for ocaso também poderá levar materiais concreto a ovelha alguns galos etc..........

Use sua criatividade.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Historinhas

O filho pródigo

Para que suas crianças entenda melhor essa história você deve utilizar todos os recursos possíveis como:
dramatizações peças teatrais ou fantoches ou sepreferir utilize materiais concreto,dependendo do ambiente.
template by welyton